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Revista Medievalis – Volume 3, Número 2, Ano 2013.

Resumo:
Na segunda metade do século XII, a lírica e a cultura cavaleirescas instalaram-se na Germânia Imperial, sendo recebidas de braços abertos pela própria corte do monarca. Porém, o século XII também trouxe o envolvimento dos germânicos com o movimento cruzadístico em larga escala, protagonizando as expedições de 1147-49 e 1188-91.
Mas, ao analisarmos a confluência entre as obras da lírica cavaleiresca germânica e a expedição levantina comandada pelo imperador Frederico I, encontramos vozes dissonantes acerca da participação na cruzada. Agora, a vida cortesã se tornou a muitos mais desejável do que a salvação através da guerra santa. Estudar este fenômeno é o objetivo de nossa apresentação, enquadrando-o nos desenvolvimentos sócioculturais da Germânia Imperial na segunda metade do século XII.

Abstract
In the second half of the twelfth century, the chivalric lyric and culture settled in Imperial Germany, being welcomed with open arms by the very court of the monarch. But the twelfth century also brought the involvement of the germans in the crusading movement with large-scale expeditions in 1147-49 and 1188-91.
But when analyzing the confluence of the works of German chivalric poetry and the levantine expedition led by Emperor Frederick I, we find dissenting voices about the participation in the crusade. Now, the courtesan life become to many knights more desirable than salvation through holy war.
To study this phenomenon is the goal of our presentation, framing it in the social and cultural developments on Imperial Germany in the second half of the twelfth century.

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